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EXISTÊNCIAS E PRODUCTIVIDADE
Ao comparar os resultados dos dois Inventários Florestais Nacionais realizados na Espanha,
se pode ver que há uma melhora quantitativa das massas arborizadas durante esse período, de aproximadamente 25
anos, e que se refletem em que:
As existências de pés maiores triplicaram-se, a custa de diminuir as de pés menores.
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O volume com casca aumentou aproximadamente em 50%. |
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O crescimento médio melhorou em 62%. |
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Quanto ao volume de madeira rentável as coníferas, devido ao seu
crescimento mais rápido, aumentou em 58%, perante as frondosas, que aumentaram em 33%. |
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Estas cifras invertem-se quanto ao incremento anual do volume
madeira rentável, já que as frondosas o aumentaram em 77%, enquanto que as coníferas o fazem em
57%. As existências actuais tanto de coníferas quanto de frondosas incrementaram-se de forma importante
entre os dois inventários realizados, assim, o volume com casca das coníferas é de 334.276.000 m³, o
que representa um incremento anual do volume de 16,6 milhões m³ num período de 20 anos. |
No que se refere às frondosas, as existências supõem 165.648.000 m³, e o incremento anual
de volume é de 7,16 milhões m³.
O volume total com casca é de 500 milhões m³ e, o incremento anual, de 23,84 milhões m³.
Se se realiza um estudo por espécies temos que, para coníferas:
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Pinus pinaster: 96,6 milhões m³ e um volume anual de 6,2 milhões m³. |
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Pinus sylvestris: 95,6 milhões m³ e um volume anual de 4,1 milhões m³. |
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Pinus nigra: 38,5 milhões m³ e um volume anual de 1,4 milhões m³. |
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Pinus radiata: 36,9 milhões m³ e um volume anual de 2,4 milhões m³. |
E, para as frondosas: |
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Fagus sylvatica: 53,9 milhões m³ e um volume anual de 1,5 milhões m³. |
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Eucaliptus sp: 14,6 milhões m³ e um volume anual de 2,2 milhões de m³. |
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Q.robur/Q.petraea: 13,2 milhões m³ e um volume anual de 0,5 milhões de m³. |
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Castanea sativa: 13,0 milhões m³ e um volume anual de 0,7 milhões de m³. |
As áreas de maior produtividade dentro da Espanha podem ser definidas da seguinte maneira: |
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Terras baixas, por debaixo dos 400 m. de altitude da Galiza,
Franja Cantábrica e Portugal, com uma produtividade média compreendida entre 7,5 e 9 m³/ha./ano, com
uma superfície máxima aproximada de 3,8 milhões de has. |
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Terras altas da Galiza, Franja Cantábrica e Pirenêus, com uma
produtividade de entre 6 e 7,5 m³/ha./ano, e uma superfície máxima aproximada de 1,6 milhões de has. |
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Terras altas de clima sub-húmido, das montanhas interiores,
com uma produtividade entre 4,5 e 6 m³/ha./ano, e uma superfície máxima de 2,5 milhões de has. |
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Terras de veigas e ribeiras, com uma produtividade
entre 6 e 7,5 m³/ha./ano, e com 0,2 milhões de has. |
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Outras terras de produtividade variável da meseta, com uma
superfície máxima aproximada de 0,7 milhões de has. |
* Referência bibliográfica:
A Indústria da Madeira em cifras, Datos consolidados del período 1984-1994,
M. A. González Álvarez, J. Ríos Boeta, F. Peraza Sánchez, Asociación de Investigación Técnica de las
Industrias de la Madera y el Corcho - AITIM, 1997.
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